Podem bater, podem gritar, podem ameaçar, mas morrem de medo de uma mulher. Talvez não daquela com quem se casaram, mas sempre existe uma que os assusta e os submete a todos os seus caprichos. Nem que seja a própria mãe.
Depois de tantos amores estranhos, pequenos, errados e tortos, finalmente eu tinha reconhecido no seu olhar centralizado e no seu sorriso espalhado, o meu príncipe.
E que entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz: A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente acha que o mundo está maluco e sonha com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente tem certeza de que nenhum perfume do mundo é melhor do que a nuca do outro no final do dia. A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.
Sabe o que ele quer? Me fazer feliz. Olha que desgraça. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode.
Que essa felicidade nos deixe com o coração disparado, mãos úmidas, olhos brilhantes e aquela fome incapaz de engolir qualquer coisa. E que seja doce... SEMPRE!
Que nem dormir em um sofá duro, com o vento batendo na porta durante o sono inteiro me fez ficar zangada. É bom saber que posso olhar para o lado e apoiar minha cabeça no seu ombro, enquanto você me faz carinho pelo medo que tenho da ventania imitando fantasmas. Camila Meneghetti - Por onde andei P.S: Um dos melhores blogs que já vi.